8 final do homem do lado de dentro; ele agiu para evitar a vergonha de um bairro que sofreria naquela sociedade se fosse visto como inóspito. Um convidado em uma casa era um convidado da vila; o fracasso em demonstrar cortesia comum refletia mal em todos e, em última análise, traria mais vergonha ao homem que se recusasse a ajudar. Como os versos subsequentes mostram, não há nada de vergonhoso nas respostas do nosso Pai. Como o homem da casa, nosso Deus responde às orações de uma forma consistente com a Sua dignidade e para o melhor de todos. Isso deve nos dar todos os motivos para continuar orando!
8 final do homem do lado de dentro; ele agiu para evitar a vergonha de um bairro que sofreria naquela sociedade se fosse visto como inóspito. Um convidado em uma casa era um convidado da vila; o fracasso em demonstrar cortesia comum refletia mal em todos e, em última análise, traria mais vergonha ao homem que se recusasse a ajudar. Como os versos subsequentes mostram, não há nada de vergonhoso nas respostas do nosso Pai. Como o homem da casa, nosso Deus responde às orações de uma forma consistente com a Sua dignidade e para o melhor de todos. Isso deve nos dar todos os motivos para continuar orando!
Em linguagem poética, o Senhor explicou a parábola:“ E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate, abrir-se-lhe-á”( 11:9-10). Cada um dos verbos é contínuo. Como o homem que se recusava a ir embora,“ continue pedindo, continue buscando, continue batendo!” Cada declaração é repetida duas vezes, enfatizando a importância da persistência – e a promessa da resposta de Deus.
O caráter e o cuidado do nosso Pai são ilustrados na segunda parábola. Imagine a mesma casa. José e Bete estão agora à mesa de jantar, e seu filho pergunta educadamente:“ Pai, posso comer um pouco desse peixe? Esses ovos parecem tão deliciosos, eu poderia pegar alguns?” De modo nenhum José responderia colocando uma cobra, ou um escorpião, ou qualquer outra coisa que pudesse machucar seu filho, em seu prato.
Nosso amoroso Pai? Existe alguma possibilidade de que Ele esconda de nós o que é realmente bom? Quando Ele nos nega o que pedimos, podemos ter certeza de que é porque Ele nos ama e sabe o que é melhor para nós? O Senhor respondeu a essas perguntas inequivocamente:“ Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?”( Mateus 7:11, em uma passagem paralela a Lucas 11).
Notavelmente, as palavras do Senhor em Lucas contêm uma promessa especial:“ quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”( v. 13). Não precisamos pedir que o Espírito habite em nós – Ele já o faz( Romanos 8:9). Mas poderíamos continuar pedindo uma maior sensibilidade do Seu agir em nossas vidas. Em Lucas 11, esse ensino vem imediatamente depois que o Senhor disse a Seus discípulos para orar:“ e não nos conduzas em tentação”( v. 4). Que facilidade com a qual somos tentados pelo mundo, pela carne e pelo diabo. Estamos orando constantemente sobre isso? O poder de que precisamos é encontrado no Espírito Santo( Romanos 8), e o Senhor aqui prometeu que conheceremos esse poder se pedirmos com persistência e de forma dependente( 11:9-10, 13).
Nosso Deus não precisa ser incitado a agir, e Sua disposição em responder não depende da frequência com que vamos a Ele. Mas essas parábolas nos ensinam que devemos orar como se assim fosse! Devemos orar com tanta persistência quanto o homem à porta, que sabia que José podia ouvilo, e com tanta confiança quanto a criança à mesa, que sabia que seu pai supriria suas necessidades. Em ambos os casos, foi o caráter daquele a Quem estava sendo pedido que lhes garantiu que Ele responderia.