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A oração padrão

Mateus 6: 9-13 Algumas passagens da Bíblia são, devido à sua recitação frequente ou pouco inteligente, facilmente esquecidas pelo povo do Senhor – esta é uma delas. Mas os cristãos precisam orar, e o Senhor graciosamente nos deu este breve exemplo para nos ensinar princípios importantes da oração.
Sua relevância É uma oração padrão, mas não um ritual a ser executado mecanicamente. Esse era exatamente o tipo de coisa que o Senhor estava condenando em Sua admoestação para evitar“ vãs repetições” e“ muito falar”( v. 7). A oração deve ser uma expressão de comunhão significativa, não verbosidade sem sentido. Mas o conteúdo desta oração permanece rico em sua relevância para todos os cristãos hoje. O Sermão do Monte( Mateus 5 – 7) fornece princípios para o reino e é aplicável a nós porque somos“ súditos no reino”. Estes três capítulos são diretamente relevantes para os cristãos hoje. Sabemos que o reino ainda não chegou em sua plenitude( v. 10), mas não há nada nesta oração que seja inconsistente com os interesses do povo de Deus na era da Igreja.
Seu design Aqui está uma das lições mais evidentes e importantes do texto: a oração começa com as preocupações de Deus e, subsequentemente, avança para nossas necessidades. Antes de ouvirmos“ dá-nos” nesta oração, ouvimos“ Teu nome... Teu reino... Tua vontade”. Muito frequentemente, nosso pensamento está preocupado com a honra do nosso nome, a expansão do nosso reino imaginário e com o triunfo da nossa própria vontade. Vamos aprender a lição com o padrão fornecido pelo Senhor: dar prioridade a Deus e à Sua glória na oração.

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O relacionamento que ela revela“ Pai nosso, que estás nos céus” não é uma fórmula que devemos usar, mas apresenta um relacionamento que é vital valorizar. Através de nossa união com Cristo, Deus Todo-Poderoso se tornou nosso Pai( cf. João 20:17; Gálatas 4:6).“ Pai” é uma bela mistura de intimidade e reverência. Ele é pessoal e amoroso – o Pai ideal. Mas como“ Pai nosso, que estás nos céus”, Ele é