Jesus Cristo | Page 12

12 buscar definir a masculinidade é, primeiro, apoiar-se demasiadamente nos temas de liderança, força e coragem e, em segundo lugar, relegar a masculinidade ao governo do lar. A ética do Novo Testamento realmente apoia essa ideia, mas nunca negligenciando esse princípio abrangente de humildade como um modo de vida. Não é inferido que a falta de certas relações terrenas impede a plena expressão da masculinidade. Se nosso“ contexto” último como crentes é diante de Deus, segue-se que toda e qualquer relação terrena será determinada por nossa atitude e posição diante Dele, como criatura diante de seu Criador. Longe de ser uma estimativa superficial de si mesmo, como geralmente é a tentação em relação à humildade, C. S. Lewis disse:“ Humildade não é pensar menos de si mesmo, mas pensar menos em si mesmo”.

12 buscar definir a masculinidade é, primeiro, apoiar-se demasiadamente nos temas de liderança, força e coragem e, em segundo lugar, relegar a masculinidade ao governo do lar. A ética do Novo Testamento realmente apoia essa ideia, mas nunca negligenciando esse princípio abrangente de humildade como um modo de vida. Não é inferido que a falta de certas relações terrenas impede a plena expressão da masculinidade. Se nosso“ contexto” último como crentes é diante de Deus, segue-se que toda e qualquer relação terrena será determinada por nossa atitude e posição diante Dele, como criatura diante de seu Criador. Longe de ser uma estimativa superficial de si mesmo, como geralmente é a tentação em relação à humildade, C. S. Lewis disse:“ Humildade não é pensar menos de si mesmo, mas pensar menos em si mesmo”.

Nosso Senhor exemplifica o que significa ser humano. Ele foi feito de carne e osso, um verdadeiro homem. Toda doutrina fundamental da pessoa de Cristo é iluminada por Sua humildade. Sua encarnação foi marcada pelo ventre humilde e pela manjedoura de Belém. Sua vida mostrou Sua sujeição a Seus pais na obscura Nazaré. Em Seu ministério, Ele foi simples, ministrando aos rejeitados, indoutos e pecadores. Sua doutrina foi vivida a serviço da humanidade, juntamente com a sujeição a Deus. Seus sofrimentos foram suportados em silêncio. Nossa redenção foi realizada por Ele ter morrido nossa morte, para que pudéssemos viver. Sua ressurreição exemplifica Sua humildade, pois foi realizada pelo Espírito e pelo Pai. Mesmo Sua ascensão e Sua segunda vinda, todas mostram aspectos de humildade.
Este aspecto da verdadeira humanidade e da real masculinidade é difícil para nós aprendermos. Três anos de comunhão íntima dos discípulos com nosso Senhor culminaram com a lição necessária do lava-pés. O apóstolo Paulo aprendeu a humildade por meio das suas aflições( 2 Coríntios 12). Nosso próprio Senhor Jesus aprendeu obediência pelo que Ele sofreu( Hebreus 5:8). Que o Senhor perdoe o nosso pecado de pensarmos que devemos ser isentos do mesmo.
Nosso Pai possui as ferramentas do sofrimento e disciplina para nossa poda( João 15:2), a fim de que sejamos purificados, dando mais frutos para Sua glória! Como resultado, surge a nova humanidade santificada, homens e mulheres modelos, recriados à Sua imagem. Esta foi a sua intenção desde o início. Tudo o que dizemos e fazemos deve refletir o valor de Cristo. Nossa humanidade, seja coletivamente na igreja ou individualmente no contexto de vida, deve ser modelada segundo o Homem modelo, nosso Senhor Jesus Cristo, que disse de Si mesmo:“ o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir”( Mateus 20:28).