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Sua singularidade exige que nenhum concorrente se apresente antes do Senhor em nossos corações
“ Pentecostais Unicistas” e outros, monoteístas que adotam variações da antiga heresia do“ sabelianismo” – que Deus é uma pessoa, que apenas aparece em formas diferentes. Cuidado com a analogia“ gelo-águavapor”! No outro extremo do espectro estão aqueles que acreditam em três( no caso dos mórmons, mais de três) deuses separados. Cuidado com a analogia da casca-clara-gema do ovo! De fato, não aceitando a doutrina da Trindade, os muçulmanos acusam os cristãos de serem triteístas – que acreditam em três deuses, não em um. Em algum lugar no meio há equivalentes arianos dos dias modernos, como as chamadas“ Testemunhas de Jeová”, que ensinam a heresia que Cristo é uma divindade menor criada.
Contudo, como o Senhor Jesus afirmou, a verdade da unicidade de Deus não é apenas inesgotavelmente profunda, mas intensamente prática. Como as Três Pessoas da Trindade são inteiramente Uma em santa vontade e propósito, também devemos ser um com Eles. Assim como a Deidade não existe em partes fragmentadas, também não há espaço para incoerências hipócritas e compartimentadas na vida de um cristão. Com efeito, nossos relacionamentos entre si devem ser caracterizados pela mente humilde e amorosa de Cristo, para que nossa profissão de amor a Deus não seja um anel vazio de hipocrisia.
Finalmente, na véspera de Sua crucificação, Ele orou por Seus discípulos:“[...] para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste [...] para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim”( João 17:21-23). Na realidade, o amor mútuo no corpo de Cristo é uma prova incontestável de nossa unidade com Cristo e de Sua reivindicação de ser um com o Pai que O enviou.
Vamos vivê-lo!
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