Pecados | Page 23

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a impressão de substância, enquanto a realidade é que se está apenas cheio de ar( 1 Coríntios 5:2; 8:1; 13:4; Colossenses 2:18). Em sua essência, o orgulho é um pecado de atitude, um pecado do coração e do espírito. O dano real, porém, é facilmente exteriorizado, pois, o que está em meu coração acabará afetando minhas atitudes e ações, prejudicando meu relacionamento com os outros. A sabedoria dos Provérbios adverte repetidamente contra o mau hábito do orgulho. Paulo o inclui nas duas listas que são características daqueles que Deus julgará e das condições prevalecentes nos últimos dias( Romanos 1:30; 2 Timóteo 3:2, 4).
Quando falamos de orgulho, provavelmente Satanás vem à mente, tendo gerado orgulho em seu coração, pois ele desejava ser como o Altíssimo. Hamã e vários reis como Uzias, Ezequias, Nabucodonosor( Daniel 4:30) e Herodes( Atos 12:23) fornecem lições que não serão esquecidas logo. A cortina do Novo Testamento se levanta e os fariseus rapidamente tomam seu lugar no centro do palco como a personificação do orgulho. Eles eram hipócritas – hipócritas orgulhosos e egocêntricos. E embora não queiramos ser hipócritas nem orgulhosos, todos devemos confessar nossa fraqueza. Embora desejemos ser imitadores do que é bom, nosso orgulho muitas vezes atrapalha. Às vezes, talvez nos tornemos farisaicos, embora não intencionalmente.
Sua origem
Enquanto a Bíblia deixa claro que o orgulho é pecado e que Deus odeia o orgulho( Provérbios 8:13), o Senhor Jesus identifica claramente a origem do nosso orgulho – nossos corações( Marcos 7:21-23). Aninhada profundamente em nossa própria natureza está a tendência horrorosa para o pecado do orgulho, de amar egoisticamente a si mesmo. Com o novo nascimento, porém, Deus nos dá um novo coração, e ficamos com a responsabilidade de mortificar a carne perversa e seu orgulho, de controlar a si mesmo e de amar os outros. Embora Colossenses 3 não mencione especificamente o orgulho em sua lista de pecados, nós o vemos como a raiz de quase todos os pecados.
Sua obsessão e operação
O orgulho é obcecado por“ si próprio”, o que o torna um ídolo. Ao remover Deus de Seu trono legítimo, o eu é colocado no centro das atenções, louvado com admiração própria. Por mais repugnante que pareça, é cada vez mais prevalente nessa sociedade atual do“ eu”, embora talvez não seja tão abertamente identificado pelo nome. A psicologia moderna dá pouca atenção a isso, preocupando-se muito mais com o problema da baixa autoestima do que com o elogio autodirigido. A mídia social forneceu uma plataforma de orgulho diferente de qualquer outra conhecida pelas gerações anteriores – a infame“ selfie”. O compartilhamento ingênuo de momentos especiais pode rapidamente degenerar em uma obsessão por si mesmo, buscando projetar uma imagem que é tudo menos real.

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