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Temos uma escolha a fazer a cada momento: seguir nossos desejos e agradar a nós mesmos ou seguir nosso Pastor e agradar ao Pai.
diz:“ Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade”.
É notável que o que pode ser tão atraente para nós em um momento de tentação seja realmente feio e indesejável para a mente espiritualmente lúcida. João nos diz que a concupiscência da carne é do mundo e não do Pai. Em outras partes do Novo Testamento, as palavras que acompanham e descrevem os desejos carnais são: enganosos, tolos e prejudiciais, juvenis, variados, mundanos e ímpios. Cada coração tem o potencial de responder a algo encontrado neste mundo ímpio e é desesperadamente perverso. Se pensássemos na feiura e na raiz da impiedade que se encontra dentro de nós, repetiríamos o grito desesperado do apóstolo de Romanos 7:24:“ Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Somente nosso Senhor Jesus Cristo, sem nenhum pecado, pode nos libertar.
As variadas influências do mundo nem iriam – nem jamais poderiam – encontrar qualquer recepção em Seu santo coração. Em Lucas 16, os fariseus são descritos como avarentos, e o grego por trás dessa palavra significa“ amigo da prata”. Nosso Senhor é o Amigo dos pecadores. E, ao invés de agradar a Si mesmo, Pedro nos diz que Ele“ padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas”. Seus passos eram sem pecado. Seus passos eram sacrificiais. Seus passos agradaram ao coração de Deus, a quem Ele Se comprometeu.
Temos uma escolha a fazer a cada momento: seguir nossos desejos e agradar a nós mesmos ou seguir nosso Pastor e agradar ao Pai.“ Mas é grande ganho a piedade com contentamento”( 1 Timóteo 6:6).
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