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absorvido pela autocomiseração... ou pode ter uma vitória real!
O apóstolo Paulo nos lembra em 2 Coríntios 10:3-5:“ Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo”.
A frase“ à obediência de Cristo” é denominada, gramaticalmente, genitiva, isto é, significa realmente“ à obediência que pertence a Cristo”. Foi assim que o apóstolo Paulo expressou a liberdade dos salvos em Cristo. A tradução de Weymouth coloca assim:“ derrotando as arrogantes contas e todas as fortalezas que se levantam em desafio ao conhecimento de Deus, e levamos adiante todos os pensamentos como em escravidão, sujeitos a Cristo”.
Você não precisa que eu te lembre que esse mundo caído pelo qual estamos passando é caracterizado por coisas que são simplesmente falsas, nojentas, erradas, profanas e desagradáveis; as coisas más e cruéis devem ser condenadas.
Há uma beleza impressionante na natureza, e o homem natural é capaz de pensar nela e apreciá-la junto com belas músicas, arte e literatura. Todavia, na maioria das vezes, o homem dá pouco ou nenhum valor ao que é moralmente bonito. Deveríamos esperar que fosse diferente em um mundo que não vê beleza Naquele que é totalmente desejável?
Estamos imersos na maldade e contaminação do mundo. Ela se exibe publicamente mais do que nunca, lembrando-nos de Sodoma. É amplamente comercializada para nós através de todas as formas de mídia social e de massa. É exultante em Hollywood, exibida graficamente em locais de entretenimento, em outdoors, celulares, computadores e, agora, até em relógios.
Como pode, então, o cristão ser preservado das influências profanas de um mundo assim? Filipenses 4:8 diz:“ Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.
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O final do verso transmite a ideia de“ hábito do pensamento”. A margem da versão revisada da King James diz“ considere essas coisas”. Sim, somos responsáveis por nossos pensamentos! Ainda