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que nos iremos justamente, ao mesmo tempo em que proíbe a raiva injusta. A ira justa flui do conhecimento de Deus e do amor por Sua santidade. Essa boa ira é contida e construtiva, e sempre busca abençoar os outros e honrar a Deus.
Aplicada Adequadamente
Nossa capacidade de nos irarmos está enraizada no fato de sermos criados à semelhança e imagem de Deus. A ira é uma emoção moral dada por Deus; uma coisa boa construída em nossa natureza humana. Devemos refletir a indignação de Deus frente à injustiça e ao pecado. Somos chamados a amar o que Cristo ama e a odiar o que Cristo odeia( Hebreus 1:9). Deveríamos ser motivados a intervir, decisiva e construtivamente, quando testemunhamos outros tentando afrontar os limites morais definidos por Deus.
Se nossos filhos falam desdenhosamente com nossos cônjuges e reagimos com uma repreensão forte, mas controlada, deixamos claro que o comportamento desrespeitoso é errado e deve ser confrontado com firmeza. A ira divina expressa amor por nossos cônjuges e filhos. Ensina a nossos filhos o significado do pecado deles e mostra como eles devem reagir ao pecado de outra pessoa. Dentro da esfera de nossa responsabilidade, expressar a ira divina é a única resposta adequada ao verdadeiro erro moral.
Omitida Pecaminosamente
Talvez os coríntios não pensassem que o mundanismo, a imoralidade e a falta de ensino bíblico claro na igreja envolviam ou afetavam a eles ou suas famílias, por isso permaneceram a uma distância segura e não fizeram nada. Paulo lembrou-lhes que“ um pouco de fermento faz levedar toda a massa”( 1 Coríntios 5:6). Ele os alertou que seu conceito mundano de tolerância levaria à insensibilidade, cegueira espiritual e aceitação dos pecados alheios. Quando eles finalmente agiram
Devemos refletir a indignação de Deus frente à injustiça e ao pecado.
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